O que aconteceu é que o sagaz inimigo de toda a humanidade deu a ele a característica de ato pecaminoso quando praticado, por exemplo, fora do casamento. Nesse caso, ocorre a violação do sétimo mandamento(Não adulterarás) e o pecado assume um caráter tridimensional porque a pessoa que o cometeu pecou contra Deus, contra outra pessoa e contra seu próprio corpo, seja homem ou mulher.
Na concepção divina, o sexo deve ser algo que não traga culpas, ao contrário ele deve unir pessoas, e servir ao propósito de procriar, devendo ser praticado somente dentro do casamento. A libertinagem sexual que vemos hoje, é fruto da ação do Diabo que colocou na natureza humana o prazer de abraçar o pecado. Diante de tal permissividade, nós os cristãos devemos ser vigilantes e reafirmar um compromisso com Deus de sermos fiéis à sua vontade.
Embora não sendo pecaminoso, o ato sexual em si é citado poucas vezes nas Escrituras Sagradas, no livro de Cantares, por exemplo encontramos algumas referências. Em Gênesis encontramos outra referência , dessa vez ao coito interrompido praticado por Onã ao ter relações sexuais com sua cunhada, viúva de seu irmão mais velho. Está escrito em Gênesis 38, 8 e 9:
”Então disse Judá a Onã: possui a mulher do teu irmão, cumpre o levirato e suscita descendência a teu irmão. Sabia porém Onã que o filho não seria seu, e todas as vezes que possuía a mulher de seu irmão deixava o sêmen cair na terra para não dar descendência a seu irmão”(GN 38; 8 e 9)
Vemos nessa passagem a origem do coito interrompido como método de anticoncepção. Onã foi punido por sua desobediência ao deixar de cumprir uma lei judaica que dizia que em que caso de morte de um primogênito que não deixasse herdeiros, cabia ao segundo irmão fazer nascer essa descendência.
Essa passagem é suficiente para nos mostrar que a Bíblia não condena o sexo. Condenáveis são as circunstâncias em que ele é praticado.
Fica a dica...
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