carlos


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quinta-feira, 5 de julho de 2012

Sexo frágil! O que leva tantas mulheres ao vício das drogas?

Quando o assunto é "a mulher na sociedade contemporânea", na maioria dos tablóides, programas de televisão, revistas e afins, um dos assuntos mais abordados deste ano foi o “Dia Internacional da Mulher”, destacando as lutas por direitos igualitários, conquistas por melhores condições de trabalho, independência e valorização social.
Do sexo frágil e de pouca expressão, hoje, em alguns aspectos, o sexo feminino é considerado uma grande “ameaça” para os homens, já que as mulheres estão dominando o mercado de trabalho.
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Hoje, o iGospel quer mostrar o outro lado da história. O desamparo, o abuso e as agressões que lavam muitas ao silêncio e a uma busca incansável pela paz emocional cuja qual, infelizmente, a solução mais rápida e acessível são as drogas.
Atualmente, usuários e viciados em drogas são taxados como “marginais”, mas na verdade são as maiores vítimas de uma sociedade corrupta e de uma política desinteressada nos direitos humanos.
Uma sociedade que prefere colocá-los em verdadeiros “depósitos de gente”, prisões, conhecidas por alguns como “escolas do crime”, porque é mais fácil livrar-se do problema, do que investir na restauração.
Em relação às mulheres, o assunto torna-se tão delicado quanto elas
Emancipação do mercado de trabalho, depressão, maus tratos, pressão social são os principais fatores que levam atualmente as mulheres a buscarem fuga nas drogas ou em bebidas alcoólicas.
Segundo dados da OMS (Organização Mundial da Saúde), a média mundial do consumo de álcool por pessoa é de 6, 1 litros. Entre as mulheres brasileiras que bebem, o consumo chega a ser em média de 10 litros por ano.
A mulher vítima da dependência química sofre mais do que o homem para conseguir tratamento. Segundo especialistas da Abead (Associação Brasileira de Estudos de Álcool e outras Drogas), o preconceito social, as responsabilidades do lar e a falta de locais adequados ao público feminino impedem as mulheres de buscar ajuda.
Não faço parte da estatística, por que devo me importar?
Mesmo que seja um tabu para muitos, ou a adoção do ditado popular “cada um com seus problemas” como filosofia de vida, não devemos esquecer os valores que foram deixados por Jesus Cristo! Um deles inclui “amar ao próximo como a si mesmo!”. Ao ajudar essas mulheres, você automaticamente faz parte de uma “corrente do bem”, uma progressão geométrica de transformação; ao curar uma vida, uma família inteira é restaurada!
Embora seja da responsabilidade do governo cuidar e investir na área social, a igreja tem um papel fundamental nisso; diga-se de passagem, mais efetivo, acessível e operante, o que é no mínimo vexatório, em meio a tantos impostos que o cidadão paga.
Sentindo na pele!

São Paulo foi o ponto de partida. A equipe de reportagem da Rede Gospel de Televisão percorreu 180 km em direção a Caraguatatuba. Para muitos, apenas mais uma cidade litorânea, mas para algumas mulheres o início de uma nova caminhada.
Mulheres que foram abandonadas pela sociedade, mas que por meio de uma atitude de amor, foram acolhidas em um ambiente edificante, aconchegante e digno para receberem todo o amparo e estrutura necessárias para se libertarem do vício das drogas.
Atualmente, o Centro de Recuperação Renascer Feminino atende 15 mulheres. Conheça um pouquinho da história de cada uma e suas experiências durante o período de reabilitação:
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Os serviços oferecidos pela igreja Renascer em Cristo e pelo projeto Gideão da Conquista incluem atendimento odontológico, psicológico, terapia ocupacional, um cardápio preparado por nutricionistas, entre outros. O período médio de recuperação de cada interna é seis meses.
Conheça o projeto Gideão da Conquista, acessando www.gideaodaconquista.com.br
Raquel Tenuta – Redação iGospel

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