Quando
o assunto é "a mulher na sociedade contemporânea", na maioria dos
tablóides, programas de televisão, revistas e afins, um dos assuntos
mais abordados deste ano foi o “Dia Internacional da Mulher”, destacando
as lutas por direitos igualitários, conquistas por melhores condições
de trabalho, independência e valorização social.
Do
sexo frágil e de pouca expressão, hoje, em alguns aspectos, o sexo
feminino é considerado uma grande “ameaça” para os homens, já que as
mulheres estão dominando o mercado de trabalho.
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Hoje,
o iGospel quer mostrar o outro lado da história. O desamparo, o abuso e
as agressões que lavam muitas ao silêncio e a uma busca incansável pela
paz emocional cuja qual, infelizmente, a solução mais rápida e
acessível são as drogas.
Atualmente,
usuários e viciados em drogas são taxados como “marginais”, mas na
verdade são as maiores vítimas de uma sociedade corrupta e de uma
política desinteressada nos direitos humanos.
Uma
sociedade que prefere colocá-los em verdadeiros “depósitos de gente”,
prisões, conhecidas por alguns como “escolas do crime”, porque é mais
fácil livrar-se do problema, do que investir na restauração.
Em relação às mulheres, o assunto torna-se tão delicado quanto elas
Emancipação
do mercado de trabalho, depressão, maus tratos, pressão social são os
principais fatores que levam atualmente as mulheres a buscarem fuga nas
drogas ou em bebidas alcoólicas.
Segundo
dados da OMS (Organização Mundial da Saúde), a média mundial do consumo
de álcool por pessoa é de 6, 1 litros. Entre as mulheres brasileiras
que bebem, o consumo chega a ser em média de 10 litros por ano.
A
mulher vítima da dependência química sofre mais do que o homem para
conseguir tratamento. Segundo especialistas da Abead (Associação
Brasileira de Estudos de Álcool e outras Drogas), o preconceito social,
as responsabilidades do lar e a falta de locais adequados ao público
feminino impedem as mulheres de buscar ajuda.
Não faço parte da estatística, por que devo me importar?
Mesmo
que seja um tabu para muitos, ou a adoção do ditado popular “cada um
com seus problemas” como filosofia de vida, não devemos esquecer os
valores que foram deixados por Jesus Cristo! Um deles inclui “amar ao
próximo como a si mesmo!”. Ao ajudar essas mulheres, você
automaticamente faz parte de uma “corrente do bem”, uma progressão
geométrica de transformação; ao curar uma vida, uma família inteira é
restaurada!
Embora
seja da responsabilidade do governo cuidar e investir na área social, a
igreja tem um papel fundamental nisso; diga-se de passagem, mais
efetivo, acessível e operante, o que é no mínimo vexatório, em meio a
tantos impostos que o cidadão paga.
Sentindo na pele!
São Paulo foi o ponto de partida. A
equipe de reportagem da Rede Gospel de Televisão percorreu 180 km em
direção a Caraguatatuba. Para muitos, apenas mais uma cidade litorânea,
mas para algumas mulheres o início de uma nova caminhada.
Mulheres que foram abandonadas pela
sociedade, mas que por meio de uma atitude de amor, foram acolhidas em
um ambiente edificante, aconchegante e digno para receberem todo o
amparo e estrutura necessárias para se libertarem do vício das drogas.
Atualmente, o Centro de Recuperação
Renascer Feminino atende 15 mulheres. Conheça um pouquinho da história
de cada uma e suas experiências durante o período de reabilitação:
Leia também
Os serviços oferecidos pela igreja
Renascer em Cristo e pelo projeto Gideão da Conquista incluem
atendimento odontológico, psicológico, terapia ocupacional, um cardápio
preparado por nutricionistas, entre outros. O período médio de
recuperação de cada interna é seis meses.
Raquel Tenuta – Redação iGospel
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